11 setembro 2009

10 setembro 2009

A minha gaiola fechou-se com um passatinho cá dentro, mas ainda não está de todo trancada a mais passarinhos. Este é tão lindo.

21 julho 2009

Catarina de Bragança, Isabel Stilwell, já há muito tempo que não lia um livro que me satisfizesse tanto.

12 julho 2009

Não sei qual das listas prefiro... humpffffff!!!!!!
Mais uma lista sobre literatura, fiquei a pensar na lista anterior, supostamente os cem melhores livros segundo critérios que confesso não percebi muito bem, dos mais eruditos aos mais acessíveis, enfim... fui buscar esta outra correspondente aos prémios nóbeis da literatura da Academia Sueca. Não consegui encontrar, no entanto, uma lista que me desse juntamente com o galardoado, o exacto livro premiado, mas essas coisas encontram-se, vou marcar na mesma, para depois chorar agarrada a uma almofada a vida que não tenho para tudo o que quero ainda ler, a cor, os autores que já me passaram pelas mãos.

2008 - Jean-Marie Gustave Le Clézio
2007 - Doris Lessing
2006 - Orhan Pamuk
2005 - Harold Pinter
2004 - Elfriede Jelinek
2003 - J. M. Coetzee
2002 - Imre Kertész
2001 - V. S. Naipaul
2000 - Gao Xingjian
1999 - Günter Grass
1998 - José Saramago
1997 - Dario Fo
1996 - Wislawa Szymborska
1995 - Seamus Heaney
1994 - Kenzaburo Oe
1993 - Toni Morrison
1992 - Derek Walcott
1991 - Nadine Gordimer
1990 - Octavio Paz
1989 - Camilo José Cela
1988 - Naguib Mahfouz
1987 - Joseph Brodsky
1986 - Wole Soyinka
1985 - Claude Simon
1984 - Jaroslav Seifert
1983 - William Golding
1982 - Gabriel García Márquez
1981 - Elias Canetti
1980 - Czeslaw Milosz
1979 - Odysseus Elytis
1978 - Isaac Bashevis Singer
1977 - Vicente Aleixandre
1976 - Saul Bellow
1975 - Eugenio Montale
1974 - Eyvind Johnson, Harry Martinson
1973 - Patrick White
1972 - Heinrich Böll
1971 - Pablo Neruda
1970 - Alexandr Solzhenitsyn
1969 - Samuel Beckett
1968 - Yasunari Kawabata
1967 - Miguel Angel Asturias
1966 - Shmuel Agnon, Nelly Sachs
1965 - Mikhail Sholokhov
1964 - Jean-Paul Sartre
1963 - Giorgos Seferis
1962 - John Steinbeck
1961 - Ivo Andric
1960 - Saint-John Perse
1959 - Salvatore Quasimodo
1958 - Boris Pasternak
1957 - Albert Camus
1956 - Juan Ramón Jiménez
1955 - Halldór Laxness
1954 - Ernest Hemingway
1953 - Winston Churchill
1952 - François Mauriac
1951 - Pär Lagerkvist
1950 - Bertrand Russell
1949 - William Faulkner
1948 - T.S. Eliot
1947 - André Gide
1946 - Hermann Hesse
1945 - Gabriela Mistral
1944 - Johannes V. Jensen

1939 - Frans Eemil Sillanpää
1938 - Pearl Buck
1937 - Roger Martin du Gard
1936 - Eugene O'Neill

1934 - Luigi Pirandello
1933 - Ivan Bunin
1932 - John Galsworthy
1931 - Erik Axel Karlfeldt
1930 - Sinclair Lewis
1929 - Thomas Mann
1928 - Sigrid Undset
1927 - Henri Bergson
1926 - Grazia Deledda
1925 - George Bernard Shaw
1924 - Wladyslaw Reymont
1923 - William Butler Yeats
1922 - Jacinto Benavente
1921 - Anatole France
1920 - Knut Hamsun
1919 - Carl Spitteler

1917 - Karl Gjellerup, Henrik Pontoppidan
1916 - Verner von Heidenstam
1915 - Romain Rolland

1913 - Rabindranath Tagore
1912 - Gerhart Hauptmann
1911 - Maurice Maeterlinck
1910 - Paul Heyse
1909 - Selma Lagerlöf
1908 - Rudolf Eucken
1907 - Rudyard Kipling
1906 - Giosuè Carducci
1905 - Henryk Sienkiewicz
1904 - Frédéric Mistral, José Echegaray
1903 - Bjørnstjerne Bjørnson
1902 - Theodor Mommsen
1901 - Sully Prudhomme

Et Voilá!!!

10 julho 2009

Se não sabem ficam a saber que sou grande aficionada de boa leitura. Vi no Expresso de hoje uma lista dos cem melhores livros. Deixo aqui a lista, para ver quantos é que ainda me faltam ler. A castanho, ficam os que já li.

OS CEM MELHORES LIVROS
1. Guerra e Paz , Lev Tolstoi, 1869
2. 1984, George Orwell, 1949
3. Ulisses, James Joyce, 1922
4. Lolita, Vladimir Nabokov, 1955
5. O Som e a Fúria, William Faulkner, 1929
6. O Homem Invisível, Ralph Ellison, 1952
7. Rumo ao Farol, Virginia Woolf, 1927
8. Ilíada e Odisseia, Homero, século VIII a.c.
9. Orgulho e Preconceito, Jane Austen, 1813
10. A Divina Comédia, Dante Alighieri, 1321
11. Os Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer, século XV
12. As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift, 1726
13. A Vida Era Assim em Middlemarch, George Eliot, 1874
14. Quando Tudo se Desmorona, Chinua Achebe, 1958
15. À Espera no Centeio, J. D. Salinger, 1951
16. E Tudo o Vento Levou, Margaret Mitchell, 1936
17. Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, 1967
18. O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald, 1925
19. Catch 22, Joseph Heller, 1961
20. Beloved, Toni Morrison, 1987
21. As Vinhas da Ira, John Steinbeck, 1939
22. Os Filhos da Meia-Noite, Salman Rushdie, 1981
23. Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, 1932
24. Mrs. Dalloway, Virgínia Woolf, 1925
25. O Filho Nativo, Richard Wright, 1940
26. Da Democracia na América, Alexis de Tocqueville, 1835
27. A Origem das Espécies, Charles Darwin, 1859
28. Histórias, Heródoto, 440 a.c.
29. O Contrato Social, Jean-Jacques Rosseau, 1762
30. O Capital, Karl Marx, 1867
31. O Príncipe, Nicolau Maquiavel, 1532
32. Confissões, Santo Agostinho, século IV
33. Leviatã, Thomas Hobbes, 1651
34. História da Guerra do Peloponeso, Tucídides, 431 a.c.
35. O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien, 1954
36. Winnie The Pooh, A. A. Milne, 1926
37. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, C. S. Lewis, 1950
38. Passagem para a Índia, E. M. Forster, 1924
39. Pela Estrada Fora, Jack Kerouac, 1957
40. Por Favor Não Matem a Cotovia, Harper Lee, 1960
41. A Bíblia Sagrada
42. Laranja Mecânica, Anthony Burgess, 1962
43. Luz em Agosto, William Faulkner, 1932
44. As Almas da Gente Negra, W. E. B. Du Bois, 1903
45. Vasto Mar de Sargaços, Jean Rhys, 1966
46. Madame Bovary, Gustave Flaubert, 1857
47. O Paraíso Perdido, John Milton, 1667
48. Anna Karenina, Lev Tolstoi, 1877
49. Hamlet, William Shakespeare, 1603
50. Rei Lear, William Shakespeare, 1608
51. Otelo, William Shakespeare, 1622
52. Sonetos, William Shakespeare, 1609
53. Folhas de Erva, Walt Whitman, 1855
54. As Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain, 1885
55. Kim, Rudyard Kipling, 1901
56. Frankenstein, Mary Shelley, 1818
57. Song of Solomon, Toni Morrison, 1977
58. Voando Sobre um Ninho de Cucos, Ken Kesey, 1962
59. Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway, 1940
60. Matadouro Cinco, Kurt Vonnegut, 1969
61. O Triunfo dos Porcos, George Orwell, 1945
62. O Deus das Moscas, William Golding, 1954
63. A Sangue Frio, Truman Capote, 1965
64. O Caderno Dourado, Doris Lessing, 1962
65. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust, 1913
66. À Beira do Abismo, Raymond Chandler, 1939
67. Na Minha Morte, William Faulkner, 1930
68. O Sol Nasce Sempre (Fiesta), Ernest Hemingway, 1926
69. Eu, Cláudio, Robert Graves, 1934
70. Coração, Solitário Caçador, Carson McCullers, 1940
71. Filhos e Amantes, D. H. Lawrence, 1913
72. All The King’s Men, Robert Penn Warren, 1946
73. Go Tell It on The Mountain, James Baldwin, 1953
74. A Menina e o Porquinho, E. B. White, 1952
75. O Coração das Trevas, Joseph Conrad, 1902
76. Noite, Elie Wiesel, 1958
77. Corre, Coelho, John Updike, 1960
78. A Idade da Inocência, Edith Wharton, 1920
79. O Complexo de Portnoy, Philip Roth, 1969
80. Uma Tragédia Americana, Theodore Dreiser, 1925
81. O Dia dos Gafanhotos, Nathanael West, 1939
82. Trópico de Câncer, Henry Miller, 1934
83. O Falcão de Malta, Dashiell Hammett, 1930
84. Mundos Paralelos, Philip Pullman, 1995
85. Death Comes for the Archbishop, Willa Cather, 1927
86. A Interpretação dos Sonhos, Sigmund Freud, 1900
87. A Educação de Henry Adams, Henry Adams, 1918
88. O Livro Vermelho, Mao Tsé Tung, 1964
89. As Variedades da Experiência Religiosa, William James, 1902
90. Reviver o Passado em Brideshead, Evelyn Waugh, 1945
91. A Primavera Silenciosa, Rachel Carson, 1962
92. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, John Maynard Keynes, 1936
93. Lord Jim, Joseph Conrad, 1900
94. Goodbye to All That, Robert Graves, 1929
95. A Sociedade da Abundância, John Kenneth Galbraith, 1958
96. O Vento nos Salgueiros, Kenneth Grahame, 1908
97. A Autobiografia de Malcolm X, Alex Haley e Malcolm X, 1965
98. Eminent Victorians, Lytton Strachey, 1918
99. A Cor Púrpura, Alice Walker, 1982
100. Memórias da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, 1948

OS DEZ LIVROS QUE FALTAM
1. Orlando Furioso, Ludovico Ariosto, 1516
2. Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões, 1572
3. Dom Quixote, Miguel de Cervantes, 1605-1615
4. Tristram Shandy, Laurence Sterne, 1759-1767
5. Crime e Castigo, Dostoiévski, 1866
6. Contos, Tcheckov
7. A Montanha Mágica, Thomas Mann, 1924
8. O Homem Sem Qualidades, Robert Musil, 1943
9. Ficções, Jorge Luis Borges, 1944
10. O Quarteto de Alexandria, Lawrence Durrell, 1960

Ainda me faltam tantos... é assustador pensar que não vou ter tempo para tanto do que ainda gostaria de ler.

06 julho 2009

A Solidão dos Números Primos relata a vida que poderia ter levado se por aí tivesse seguido, é uma história onde sinto muito de mim, e no fim, apesar da nostalgia que me provocou, sinto que fiquei melhor, que resolvi melhor, que me agrada mais o caminho que segui. Ao mesmo tempo, sinto saudades desse tempo, de pensar que poderia ter sido assim, ainda poderá ser, e conhecendo-me como me conheço, talvez vá mesmo ser, mas sempre de um modo menos sozinho, o que me deixa muito mas muito feliz.

10 junho 2009

Dói-me o peito, dói-me a alma, dói-me a vida, doem-me os avós!
Na procura de explicação e de significados, encontramos um vazio, um vazio sem fim, que ainda não é o deles mas que sabemos que será, e então a tristeza enche-nos e esta dor com ela. A dor dos avós.

08 junho 2009

You know that I would now if only I could.

23 abril 2009

Sabem aquela sensação de conquista? De que conseguiste realizar alguma coisa da qual não estavas à espera? Não é aquela sensação de que lutaste por alguma coisa e finalmente conseguiste, como andar de bicicleta sem rodinhas, equilibrares-te em cima de uma prancha de surf, tirar nota 20 num exame ou ser aceite naquela emprego ao qual foste um dos 500 entrevistados. Não, não é dessa sensação que falo.
Lembram-se dos jogos da NBA na 2? E que no intervalo chamavam alguém da audiência para tentar encestar a bola? Raramente alguém conseguia, mas quando conseguia, vibrava tudo, toda aquela gente, e todo aquele ser que acabara de fazer algo improvável. É dessa sensação que falo. A expressão com que ficas é o máximo da realização, a adrenalina fica no seu expoente, o corpo treme, a fala falha, e no entanto não fizeste nada de mais, apenas para ti é especial. E o grito é de júbilo.

É como tentar virar uma panqueca sem nunca ter tentado, e conseguir! AAAAHHHRG
A Conquista do Inverosímil.